“If I go there will be troubleAnd if I stay it will be doubleSo come on and let me know
Should I stay or should I go?”
Sabe o The Clash? (não nos decepcione, diga que “sim”). Mais do que apenas alguns ingleses com guitarras distorcidas e gritos hipnóticos do passado, os caras já mostravam que para convencer é preciso ter atitude. E olha que naquela época o termo branding ainda não era encontrado na Wikipedia...
Mas o quê esse The Clash está fazendo no texto? Bom, simplesmente porque hoje, mais de 30 anos depois, já tem gente falando em Punk Marketing. E como isso funciona? Com muita, yeah, atitude.
Os responsáveis pelo conceito são Richard Laermer, considerado uma autoridade (foi mal, o termo “autoridade” não é nada punk...) em novas mídias e tendências, e Mark Simmons, consultor em ações de marketing não usuais.
Richard e Mark lançaram o livro “Punk Marketing: Get Off Your Ass and Join The Revolution”. Para eles (e pra nós também) ser punk marketer é introduzir um caos organizado nas empresas, sacudindo a forma de pensar e permitindo conexões criativas inéditas.
Antes de dizer “saco, mais um termo em inglês pra decorar...”, saiba que os caras foram além do verbete e criaram o Manifesto Punk (quer atitude mais punk do que essa?). Conheça os 15 artigos que devem ser seguidos à risca pelos revolucionários:
1. Evite o Risco e Morra2. Pergunte “Por que não?”3. Seja Firme em Suas Convicções4. Não Abaixe a Cabeça5. Desista do Controle6. Diga a Verdade (sério!)7. Faça Inimigos8. Estimule a Curiosidade9. Seja Mais Esperto10. Lembre-se que Tecnologia Não é Tudo11. Lembre-se Quem É Você12. Vá Direto ao Ponto13. Não Deixe que os Outros Determinem Seus Padrões14. Use as Ferramentas da Revolução15. Crie o Último Artigo Você Mesmo
E então? Should your brand stay or should it go now?
Para baixar o Manifesto Punk, conhecer os detalhes e começar já a revolução, clique aqui!
A junção mídia/imparcialidade é um dos maiores paradoxos do nosso tempo.
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