- Bom dia.- Bom dia.- O de sempre?- ... fazer o que...
O que hoje em dia soa como um diálogo fictício, (ok... bizarro, absurdo, inaceitável), já marcou a inércia de uma geração que não podia escolher. Sim, ela existiu. Pessoas comiam “o de sempre”, vestiam “o de sempre”, ouviam “o de sempre” e curtiam uma vidinha... hunf... “de sempre”.
Em determinado momento, talvez entre a imposição dos automóveis pretos de Henry Ford e a libertação dos sutiãs rasgados (com margem de erro de vários anos, para mais ou para menos) isso mudou. Ironicamente, percebeu-se que a tentativa de forçar o “de sempre” não convenceria para (ops...) sempre.
O grito dos consumidores, mesmo que em diferentes timbres e direções, pedia a mesma coisa: customização! E isso não significava oferecer três cores para aquele tênis “de sempre”. O kit “quero sair do quadrado” precisava incluir experiência relevante. Só assim o consumidor se sentiria motivado a multiplicá-la de forma espontânea e verdadeira.
É isso que sites como “YearBook Yourself”, “Face Your Manga” e “Make Me Super” se preocupam em fazer! Ao permitirem que personalizemos nossas imagens “de sempre”, criam experiência inovadora, divertem e estimulam a disseminação veloz das identidades de seus usuários. Acreditem: é justamente desta experiência que nasce a aceitação. Ah! E ninguém aqui está falando em gastar milhões por esse retorno.
As empresas precisam mudar suas estratégias! Torcer para que o usuário retroceda seus hábitos é ingênuo. Agora, se para algumas empresas é tão difícil entender o sucesso destas experiências – “besteira... coisa passageira, já, já esquecem” – talvez este seja o melhor momento para tirarem alguns conceitos mesozóicos de suas estratégias...
... pra sempre.
Se você também quer mudar a sua imagem “de sempre”, acesse:
YearBook Yourself: http://www.yearbookyourself.com/
Face Your Manga: http://www.faceyourmanga.com
Make Me Super: http://www.makemesuper.com
A junção mídia/imparcialidade é um dos maiores paradoxos do nosso tempo.
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